Querido Floriano,
He comenzado a leer el ultimo numero de Agulha (16). Felicidades por el editorial. Que
lucido y combatiente por la utopia de un mundo mejor y de mas nivel cultural, luchar
contra la television basura es idealismo del bueno de ese que hace falta en este gran
mercado en el que se ha convertido este mundo.
Concibo la literatura, el pensamiento solidario con la Historia. En vuestra revista
encuentro eso, una estética superior vanguardista y combatiente. ¡Vivan los sueños de
Maiakowski, Albert Camus, Robert Walser (mi querido caminante melancolico), Canetti, Rosa
Luxemburgo, y de todos aquellos que lucharon con
su pluma por un mundo mas humano.
También he comenzado a leer tu entrevista a la fotógrafa Lucy Barbosa, toda tu prosa es
profundamente poetica aunque sea un articulo, una entrevista o... aunque estés dando la
hora, sé que lo harás de un modo poético. Sigo leyendo tu entrevista y con el resto de
la revista también.
Un abrazo fuerte.
Julia Otxoa
(otxoarte@euskalnet.net)
Caros Floriano & Willer,
bela revista a Agulha de vocês, desde a minha primeira espetada gostei muito, me
senti em casa: o que dizer assim logo de saída?: ainda nada: somente que me fez vir lá
do fundo a recordação aleatória de uma frase de Cortázar, esta: É preciso não
ter medo das grandes palavras: isso, quando eu estava lendo a palavra metafísica
no teu texto sobre os manifestos do Willer, que, falando nisso, onde posso encontrar?
Gostaria de enviar a vocês o meu Manifesto Curau/Flagrados em delito contra a noite lançado
aqui na Amazônia em 1983 nos auto-acusando do crime de pouco sonhar ainda que habitantes
de uma região imersa em sonhos. Agora, mais assentado nas lembranças evocadas
intencionalmente, me ocorre dizer que vocês estão ajudando, como queria não era o
Mallamé?, a manter vivas as palavras da tribo, neste nosso Brasil, mais
difíceis de achar do que agulha no palheiro, com o perdão do trocadilho.
Sinceros&solidários parabéns,
Vicente Cecim
(andara@nautilus.com.br)
Floriano,
seu artigo sobre Hermeto Paschoal na Agulha # 16 é uma obra-prima. Vou imprimir
para ler mais. Mesmo à primeira vista, no monitor, a sua amplitude de pensamento
avaliando as opiniões sobre a obra do Hermeto me entusiasmaram. Estou participando de um
grupo de debates (uma lista) da Yahoo que se chama m-música e tem um pessoal muito
legal, com bastante troca de eMails. Lá estão Zé Rodrix, Guarabira, Ethel Frota, Erico
Bayma, Heriberto Porto (daí do Ceará) e muito mais gente boa.
Fiz um link da Agulha na mensagem que mandei para lá, falando do artigo.
Você podia fazer parte. É legal para divulgar a Agulha.
abraxas
João Bani
(joaobani@uol.com.br)

Estimado amigo Floriano,
muito grato pela carinhosa e gentil remessa do mais novo número da Agulha (16),
sempre muito bonita, com primorosos textos. Excelente o dossiê sobre o poeta e dramaturgo
Celso Luiz Paulini. Gostei bastante do seu ensaio Hermeto Paschoal: o choro que
ninguém toca, ensaio sensível, poético e de muita acuidade musical. Por falar em
música, ainda não tive o privilégio de receber o livro que você escreveu a respeito do
grande Alberto Nepomuceno.
Dê notícias, receba o meu fraterno e carinhoso abraço.
Leontino Filho
(r.leontino@ig.com.br)
Prezado Floriano,
primeiro peço desculpas por invadir seu tempo e seu computador, é que fiquei imensamente
feliz com seu artigo sobre o Hermeto, o choro, a música brasileira.
Por acaso acabo de conseguir o Eu e eles, onde Hermeto toca todos os instrumentos e
abre o CD com um choro mais que bonito. Estou com o Calendário dos sons, espero
tocar todos os dias pelo menos uma música dele. Acho que você aborda um assunto musical
de grande importância: O choro novo, o choro contemporâneo, o forró de todos, gênero
também clássico, brasileiro, sem o elitismo da bossa. Do Hermeto, gravei um choro
chamado "Salve Copinha", muito bem feito e que mostra em que direção o choro
pode se renovar, com modulações bem trabalhadas, um contraponto sábio e bachiano.
Um dos problemas do choro são os Chorões tradicionalistas, que não querem mexer
uma nota do original e não tocam e nem divulgam choros novos. É claro que eles têm um
papel de preservar este estilo, muito importante, mas a música não pára e o choro não
deve ficar parado. A dificuldade de novos choros conquistarem mais espaços é que este
fica muito difícil de execução e o ouvinte tem de ter bons ouvidos para apreciar esta
música. Para um músico tocar, improvisar em um choro em 7 tempos, requer grande
prática, estudo. Me interesso por este choros novos (como também pelos antigos) e
descobri até uma música de Tom Jobim chamada "Choro", que também leva o nome
de "Garoto" (Rafael Rabelo gravou esta música). Jobim fazia choros, sim, e
muitos lindos, inspirados pelo Radamés Gnatalli. Fez baiões também muito interessantes,
enfim,
Jobim apesar de branco e carioca, é muito mais que "bossa nova", disso sabemos.
Vi Lyle Mays, pianista, fazer um choro, vi espanhóis fazendo choros, todos cada um do seu
jeito, mas isso mostra o interesse dos compositores pelo gênero.
Recentemente fiz concertos junto com a Banda Cabaçal do "Anicete" e percebi que
ela tem um elo perdido entre o choro e o forró. A música deles é choro, o arcaico,
aquele que Catulo da Paixão, Donga e Pixinguinha de calças curtas faziam. È também
forró, modal, medieval, centro europeu, Romênia e Hungria, o modo é o mesmo (um deles),
a festa é a mesma. Lembrei de Bartok e o que ele fez com a música folclórica desses
países, lembrei de Charlie Parker, pelo total relaxamento, entrega, domínio. Um magma
sonoro que nos leva ao êxtase. Em seu novo CD, Hermeto faz um tributo a Miles onde este
toca 4 flugelhorns, é lindo. Certa vez peguei uma música do Coltrane, "Giant
Steps", e copiei o improviso do grande homem que foi Coltrane e toquei como um
chorinho. Ficou simplesmente linda pois, enquanto Coltrane faz um dos mais belos
improvisos da história, com cada nota pensada, colocada como ele quis, mas num swing
jazz e velocidade máxima, eu fiz mais lento, dando a articulação do choro. Aí entendi
de onde vinha o "Chorinho pra ele", do Hermeto. Foi para o Coltrane, e seus
passos de gigante.
Hermeto é uma lição de como pode ser o Brasil, expontâneo, bom, musical, Brasil.
Obrigado pela atenção, fico aqui, mais feliz, mais incoerente.
Heriberto Porto
(novaisporto@uol.com.br)
Querido Floriano,
qué bien quedó este número de Agulha, muy bello, como siempre lo haces, y el
contenido siempre nuevo, sorprendente, me descubre autores que no conocía para nada. Te
agradezco el envío y es un placer recibir siempre esa ventana a lo desconocido que me
ofreces, y que espero como algo ya imprescindible.
Te quiere,
Rodolfo Häsler
(rhasler@nameplanet.com)

Oi Floriano,
é impressionante a quantidade de matéria da revista Agulha. Vejo
já chegando ao número 16 e lembro que no primeiro número até te dizia que não era
Agulha e até poderia ser Arpão, e ainda você dizia que as pessoas iriam procurar uma
agulha no palheiro. Sei que existem até as Agulhas da Bíblia que
passam os camelos e não passam os ricos, e que precisam de qualquer forma de grandes
buracos. Não duvido de nada da Bíblia. Nunca
tive qualquer dificuldade para crer na existência do outro mundo, na sobrevivência da
alma. Até lembro no momento uma parte de um poema do Mario Quintana
em que ele dizia algo sobre ter dificuldade de crer na existência dos ateus.
Também tenho está dificuldade. Imagino que se existisse na
bíblia uma metáfora sobre as agulhas para a passagem os pobres dos camelôs, que não
são poucos, neste nosso país de tantos lutando e contra a pobreza e morrendo, não
deveriam ser agulhas pequenas pois muito grande deve ser a quantidade de gente para passar
ao mesmo tempo.
Creio que lá nos céus, não os visíveis e sim os outros, lógico, creio que lá a
maioria dos pobres tenham passe livre tipo a Irene do poema do Manuel Bandeira que nem
precisava pedir licença.
Mas voltando à Agulha revista, lógico que se continuar com esta multiplicação
de Agulhas, o que imagino que deve ocorrer, no tempo futuro deste espaço, vai ser a
dificuldade de se achar um palheiro nesta agulha.
Abraços.
Luís Sérgio Santos
(l.ser@uol.com.br)
Hola Floriano,
de este número (Agulha # 16) hay dos cosas que me impactaron: la entrevista a
Osvaldo Soriano y la Nota de Leyva sobre realidad literaria o realidad virtual. Un placer
la revista.
Nosotros y cuando digo nosotros te quiero decir que estoy en un grupo con el que tenemos
una revista pequeñita, pero revista al fin sobre literatura se llama Moriana, como
una de las ciudades invisibles de Italo Calvino.
Prometo enviar nuestro próximo número por este cibernético medio.
Cariños.
Josefa Prada
(Josefa.Prada@agcba.gov.ar)
Caro Floriano,
que bom que deu tudo certo com a Agulha! Já dei uma olhada neste número (16) e
quero te dar parabéns, a seleção de artigos ficou mesmo muito interessante! É
importante que haja espaço para vozes sempre tão pouco ouvidas
Seu artigo sobre o
Hermeto Pachoal, além de estar muitíssimo bem escrito, é muito importante, por tudo o
que aponta! Parabéns pelo seu belo trabalho! Sei que não é fácil persistir com essas
iniciativas, de se fazer uma revista como a Agulha!
Um grande abraço,
Constança Hertz
(chertz@uol.com.br)
Caro Floriano,
sou Paulo Sá Pereira, moro em Brasília e ontem tive a oportunidade de ler pela primeira
vez algo escrito por você: sobre o Hermeto, genial! Meus parabéns!
Não é fácil encontrar na mídia pessoas com essa fluência, esse ritmo, essa clareza de
idéias e, finalmente, uma conclusão. A maioria dos críticos deixam para nós, pobre
mortais, a tradução do que quiseram dizer, o que nos torna, via de regra, reféns do
pensamento deles.
Gostaria de saber o que mais e onde você escreveu?
O site foi enviado por uma amiga da Tribuna do Samba&Choro, caso contrário,
jamais teria chegado ao meu conhecimento este artigo.
Muita paz!
Paulo Sá Pereira
(pspsp@abordo.com.br)
Mi querido Floriano,
la entrevista a Osvaldo Soriano es una gema. He disfrutado con la lectura de la Revista (Agulha
# 16). Esta es una sensación que me pasa siempre con el texto que me envías. Admiro y
respeto tu vocación y perseverancia (que contagian), en estos tiempos tan duros y
apelmazados. Yo sé que producir escritura no es fácil (aunque escritura científica, la
padezco con mi tesis doctoral). La prosa hechicera no llega porque sí, es trabajo. Mucho
trabajo. Abraxas y beijos.
Graciela Ariza
(arizaymiguel@infovia.com.ar)