Aldo Pellegrini.
La valija de fuego (poesía completa). Editorial Argonauta. Buenos Aires,
Argentina. 420 pgs. Contato: mlpellegrini@hotmail.com.
El argentino Aldo Pellegrini (1903-1973) -poeta, ensaysta y crítico de arte- funda en
Buenos Aires, en 1926, el primer grupo surrealista de habla española que publicará dos
números de la revista Que (1928 y 1930). Participa también en la creación y
dirección de diversas revistas de vanguardia junto a Enrique Pichon-Revière, Francisco
Madariaga y Enrique Molina, entre otros. Publica cuatro libros de poemas, a los que él
mismo identifica dentro de la tendencia surrealista. Como apasionado difusor de la
ideología de este movimiento, publica en 1961 su Antología de la poesía surrealista,
considerada por André Breton como el aporte más importante para el conocimiento de la
poesía surrealista en cualquier idioma. Vinculado con Marcel Duchamp, Edouard Jaguer y
Michel Tapié, representó sin duda una de las figuras que mayor influencia ejerciera en
el desorrollo del arte moderno en la Argentina. El plan editorial que permite la edicción
esencial de este La vasija de fuego (poesía completa), incluye todavía el
volúmen La conquista del maravilloso (ensayos completos), por la misma saca
editorial, en un esfuerzo digno de todo respecto de la parte del editor Mario Pellegrini.
Casimiro de Brito. Da frágil sabedoria.
Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, Portugal. 2001. 152 pgs. Contato: penclube@mail.telepac.pt.
Poeta, romancista, contista e ensaísta. Nasceu em Loulé (Portugal), em 1938. Estudou no
Algarve e depois em Londres. Viveu alguns anos na Alemanha. Teve inúmeras profissões,
mas actualmente dedica-se exclusivamente à literatura. Começou a publicar em 1957 e,
desde então, publicou quase 40 títulos. Segundo Maria João Cantinho, "Da
Frágil Sabedoria parte de uma imagem, essa mesma que abre o livro, anunciando-nos um
balanço e uma deriva. Na epígrafe, em que o autor cita Plíneo, para pesar a vida
numa balança justa,/devemos sempre recordar-nos/ da fragilidade humana, expõe-se um
caminho que é tomado como uma opção: avaliar a fragilidade humana, em toda a sua
sublimidade e miséria, como é bem expressa em certas metáforas que se cindem e se
degladiam, no seu interior: caminhos por atalhos que não existem. São derivas que
se traçam inexoravelmente a partir da pobreza e do cansaço humano. O corpo que leva
num pé o erro e no outro o cansaço das visões, exprimindo cada verso, cada poema, o
desamparo e a finitude de ser homem, ser que se aproxima da morte e da poeira, para
escolher e citar uma das metáforas poéticas privilegiadas do poeta."
Dalila Teles Veras. À janela dos
dias (poesia quase toda). Alpharrabio Edições. São Paulo. 2002. 192 pgs. Contato: alpharrabio@alpharrabio.com.br.
Este volume reúne e recria a obra poética de Dalila Teles Veras, poeta e cronista
brasileira, além de poemas esparsos publicados em coletâneas, revistas e jornais do
Brasil e do exterior, não deixando de conter alguns poemas inéditos. Assinando o texto
das orelhas do livro, observa Tarso de Melo que a "a voz atual da poeta volta-se
contra as dissonâncias e os ruídos percebidos alhures, e reorganiza o tom geral da obra
pelo apuro verbal conquistado no percurso, resultando num livro novo, sintético, conexo,
em que das linhas anteriores se perceberá apenas o insistente resíduo da intensa paixão
com que a poeta tomou, nos 20 anos de sua poesia, alguns mesmos e caros temas".
Jorge Lucio de Campos. A vertigem
da maneira. Pintura e pós-vanguarda na década de 80. Editora Revan/FAPERJ. Rio de
Janeiro. 2002. 112 pgs. Contato: editorial@revan.com.br.
Segundo o semiólogo Marcelo Augusto, este livro do poeta e ensaísta Jorge Lucio de
Campos (Rio de Janeiro, 1958), "ao resgatar um recorte artístico recente,
redimensiona marcantes cifras de leitura da arte contemporânea: sensualismo hedonista,
ansiedade de identidade, pastiche, tensões plagiotrópicas em relação a todas as
paisagens criativas ocidentais e um ethos melancólico em relação à perda da
malha teórica utópica das experiências modernistas. A percepção do circuito de tais
operadores de leitura auxilia e sedimenta o horizonte de enfrentamento do mal-estar da
forma do trabalho estético anunciada pelo capitalismo avançado."
Maria João Cantinho. Abrirás a
noite com um sulco. Hugin Editores. Lisboa, Portugal. 56 pgs. Contato: hugin@netcabo.pt.
Maria João Cantinho nasceu em Lisboa em Outubro de 1963. Formou-se em filosofia na
Universidade Nova de Lisboa, onde realizou mestrado, igualmente. É professora efectiva no
Secundário. Publicou em 2001 o livro de contos A Garça, e tem no prelo O Anjo
Melancólico, ensaio sobre a alegoria na obra de Walter Benjamin. É crítica
literária e colaborou na revista Livros, na revista on-line Crítica,
colaborando regularmente na revista on-line Storm-Magazine, de que faz parte do
conselho editorial, na revista de poesia bilingue portuguesa e espanhola Hablar/Falar
de Poesia, na revista de poesia e literatura Construções Portuárias, tendo
recentemente integrado o conselho editorial da revista on-line Agulha - Revista de
Cultura.
Mayra Rodrigues Gomes. Ética e
jornalista. Uma cartografia dos valores. Escrituras Editora. São Paulo. 2002. 96 pgs.
Contato: imprensa@escrituras.com.br.
Mayra Rodrigues Gomes é Professora Doutora do Departamento de Jornalismo e Editoração
da Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, onde ministra as
disciplinas Ciências das Linguagens: Práticas Midiáticas e Ética no
Jornalismo. Desde o Pós-Doutorado desenvolve pesquisa em que explora conceitos
introduzidos por Gilles Deleuze e Michel Foucault, sobre comunicação, aplicando-os ao
campo do jornalismo. É também autora de Jornalismo e Ciência da Linguagem, São
Paulo, Edusp e Hacker Editores, 2000 e Repetição e Diferenças nas Reflexões
sobre Comunicação, São Paulo, Annablume, 2001 e O Poder do Jornalismo (no
prelo).
Segundo Bernardo Kucinski, que assina a apresentação do livro: "As crises são
momentos adequados para a criação. Este livro, recuperando a trajetória da ética
através dos vales e montanhas do pensamento humano, pode ajudar a superar essa crise.
Como diz a professora Mayra, sua cartografia da época aponta para as alturas das
elevações, sem discutir necessariamente as dificuldades de cada escalada. Mas hoje, o
que precisamos é exatamente disso: não é a discussão de como escalar uma ou outra
colina, é redesenhar todo o mapa e redefinir o lugar de nossas montanhas."
Teresa Mendez-Faith. Teatro
paraguayo de ayer y de hoy (dos tomos). Intercontinental Editora. Asunción, Paraguay.
2001. 1212 pgs. Contato: agatti@pla.net.py.
Teresa Méndez-Faith nació en Asunción (Paraguay) pero ha vivido en el exterior la mayor
parte de su vida. Hija de un importante líder político de su país, Epifanio Méndez,
muerto en el exilio, hizo sus estudios en Uruguay y Estados Unidos, y reside actualmente
en Massachusetts. Ensayista, periodista, crítica literaria y docente universitaria,
ejerce la cátedra de literatura hispanoamericana en Saint Alselm College, en el noreste
estadounidense. Es una importante estudiosa de la cultura de su país, con una obra
sólida y variada, que incluye libros sobre teatro y literatura (porsa y verso). Estes dos
tomos de Teatro paraguayo de ayer y de hoy buscan destacar las infinitas relaciones
entre pasado y presente, considerando desde la teatralización primigenia pre-hispánica
hasta la afirmación de una expresión artística nacional e su aporte en la modernidad.
Además, algunas de las obras más representativas de este teatro son reproducidas en el
libro, que es un aporte fundamental en la bibliografia del teatro en Latinoamérica.