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revista de cultura # 55 |
discos da agulha
Asia es el continente más grande del mundo y alberga una diversidad de culturas y tradiciones. Pero no importa de qué país uno sea o qué idioma hable, los padres de todo el continente deben encontrar maneras de hacer dormir a sus hijos cada noche. Asian Dreamland, un nuevo lanzamiento de Putumayo Kids, presenta canciones tranquilizadoras y musicalmente fascinantes procedentes de países tan diversos como Japón, China, India, e incluso la república siberiana de Tatarstán. Asian Dreamland sigue los pasos de la primera colección de canciones de cuna de Putumayo Kids, Dreamland, uno de los CDs infantiles y para la familia más vendidos del sello. Ambos CDs son el puntapié inicial de una nueva serie Dreamland que presenta música del mundo para el relax de públicos de todas las edades.
Um repertório primoroso, produção sofisticada e participação de grandes nomes da música instrumental brasileira. Com esta receita, o compositor, violonista e arranjador Bob Cupini lança seu segundo álbum solo, “Caminhos”. Disposto a realizar um trabalho com muito suingue, uma de suas características, e do que se chama hoje de jazz brasileiro, e ao mesmo tempo, compartilhar com o público a alegria, o clima de alto astral e empatia que sempre obtém no estúdio com os músicos, como se estivesse tocando ao vivo, Bob convidou seu amigo de longa data o maestro e pianista Nelson Ayres, o saxofonista e arranjador Roberto Sion, além de músicos como Wesley Izar Fo. “Lelo”, Swami Jr., André Magalhães, Cláudio Faria, Paulo Pascali Jr., Beba Zanettini, Airton Fernandes , Luciano Deviá e o percussionista brasileiro radicado em Londres, Bosco de Oliveira. O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos, sonoridade “quente”, conduzido em todas as 12 faixas pelo violão ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas, ora dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs, cordas delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica. Bob Cupini, que também assina a produção e direção musical. Antes, ele lançou “Asas”, um CD marcado pela presença da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica e muito bem recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano. Assim como “Asas”, que teve sua primeira tiragem rapidamente esgotada, “Caminhos” também é uma produção independente. Nasceu do desejo do compositor de resgatar um pouco da obra de grandes mestres brasileiros. De Ataulpho Alves e Mário Lago, mostra o clássico “Ai que Saudades da Amélia”, samba antigo, em arranjo moderno de traços jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito diálogo com o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva “Meus Tempos de Criança”, num clima de “morro antigo”, como comenta o próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos. De Monsueto, relembra “Me Deixa em Paz”, em que se destaca o arranjo que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó comparece com “Da Cor do Pecado”, que ganhou um “clima caliente”, e acento espanhol, como define Bob. Já Adoniran Barbosa é homenageado com arranjo inovador de “Trem das Onze”, momento em que o ovation “conversa” com o violão de sete cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. “O que sempre busco e confirmei nesses ‘Caminhos’ é a certeza de que mais importante é a vibração, a empatia, o suingue”, afirma o arranjador. “Gosto de passar esses sentimentos para os músicos e para o público”. Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro, em dose dupla, com “Felicidade” e “Caminhos Cruzados”. Para ele, “Jobim sempre foi o norte”. Tanto assim, que em algumas de suas composições são claras as referências ao maestro. De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição “Azul Turquesa”, com referências eruditas e “jobinianas”, em movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à contemplação de um horizonte azul, evocado pela música. Também de sua autoria, a valsa “Bate-papo”, que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão de frisar, de uma “conversa entre músicos para deleite dos ouvintes”. A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra Bob. Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é João Donato, de quem Bob gravou “Amazonas”, transformada em uma elegante salsa, executada com todo o balanço que o ritmo evoca. Completando o repertório, dois standards “estrangeiros” - “Sunny” e “Estate”. A primeira faz parte do repertório dos shows e sempre sacode a platéia e a segunda, Bob considera “um primor de melodia”, além de reportar as suas origens italianas. A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do anterior “Asas”, mostra a suavidade dos “Caminhos”, trilhas percorridas ao longo de uma trajetória musical, marcada pela alegria de compartilhar acordes, harmonias e canções dedilhadas no inseparável ovation, instrumento que o acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre em busca da “simplicidade misturada com a ousadia”. Não à toa, o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini e Nelson Ayres no começo da carreira. A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de forma ampla no novo CD “Caminhos” que chega depois de oito anos da produção do belo vôo de “Asas”.
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Para homenageá-la,
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O cd Elis, de 1980, ganhou
Esperamos [Erico Baymma]
Dianne Reeves é considerada uma
George Clooney vem sendo considerado
Good Night, Good Luck [Erico Baymma]
When I was small I always thought that songwriters sat alone at upright pianos in cramped smoky little rooms with a bottle and an ashtray and everything came in the window blew through them and came out of the piano as a song…and in a weird way that is exactly what happens. What’s Orphans? I don’t know. Orphans is a dead end kid driving a coffin with big tires across the Ohio River wearing welding goggles and a wife beater with a lit firecracker in his ear. At the center of this record is my voice. I try my best to chug, stomp, weep, whisper, moan, wheeze, scat, blurt, rage, whine, and seduce. With my voice, I can sound like a girl, the boogieman, a Theremin, a cherry bomb, a clown, a doctor, a murderer…I can be tribal. Ironic. Or disturbed. My voice is really my instrument. Kathleen and I wanted the record to be like emptying our pockets on the table after an evening of gambling, burglary, and cow tipping. We enjoy strange couplings, that’s how we got together. We wanted Orphans to be like a shortwave radio show where the past is sequenced with the future, consisting of things you find on the ground, in this world and no world, or maybe the next world. Whatever you imagine that to be. If a record really works at all, it should be made like a homemade doll with tinsel for hair and seashells for ears stuffed with candy and money. Or like a good woman’s purse with a Swiss army knife and a snake bite kit. Orphans contains songs for all occasions. Some of the songs were written in turmoil and recorded at night in a moving car, others were written in hotel rooms and recorded in Hollywood during big conflamas. That’s when conflict weds drama. At any rate these are the ones that survived the flood and were rescued from the branches of trees after the water’s retreat. Gathering all this material together was like rounding up chickens at the beach. It’s not like you go into vault and check out what you need. Most of it was lost or buried under the house. Some of the tapes I had to pay ransom for to a plumber in Russia. You fall into the vat. We started to write just to climb out of the vat. Then you start listening and sorting and start writing in response to what you hear. And more recording. And then you get bit by a spider, go down the gopher hole, and make a whole different record. That was the process pretty much the last three years. Then we met Karl Derfler, a wizard engineer who works at Bay Side Studios in Richmond, CA, in the science fiction part of town. A battlefield medic, he did a Lazarus on a number of the songs and recorded all the new material. On Orphans there is a mambo about a convict who breaks out of jail with a fishbone, a gospel train song about Charlie Whitman and John Wilkes Boothe, a delta blues about a disturbing neighbor, a spoken word piece about a woman who was struck by lightening, an 18th century Scottish madrigal about murderous sibling rivalry, an American backwoods a cappella about a hanging. Even a song by Jack Kerouac and a spiritual with my own personal petition to the Lord with prayer…There’s even a show tune about an old altar boy and a rockabilly song about a young man who’s begging to be lied to. I think you will find more singing and dancing here than usual. But I hope fans of more growling, more warbling, more barking, more screeching won’t be disappointed either. [Tom Waits]
Não é
Mas,
O “
Deixando de
No
Voltamos à Lady Day. Diana Ross filmou Lady sings the
Agora,
Blue
é
Mas, Blue
Mas, a
Finalmente, chegamos ao Before
Before
Sabemos
Na contra-mão da “ [Erico Baymma]
Cuando los últimos titulares de los periódicos se centran en las noticias sobre el conflicto y la guerra en el Medio Oriente, una colaboración musical israelí alcanza el éxito haciendo a un lado las diferencias interculturales y celebrando el valor de la diversidad. Con su fusión de música folclórica tradicional etíope, poesía árabe, cantos yemenitas, salmos bíblicos y ritmos caribeños, The Idan Raichel Project tomó por asalto a Israel con una serie de éxitos y ventas equivalentes a un triple álbum de platino. The Idan Raichel Project es la creación del tecladista, compositor, productor y arreglador israelí Idan Raichel, quien invitó a más de 70 músicos de distintos orígenes a participar en las grabaciones. En particular, a Raichel siempre le fascinó la creciente población de judíos etíopes de Israel, y muchas de las canciones cuentan con la participación de miembros de la comunidad etíope de Israel. El disco también incluye músicos árabes, vocalistas yemenitas tradicionales, un percusionista de Surinam y un cantante sudafricano, entre otros. The Project lanzó su primer álbum en Israel en 2002 y rápidamente se convirtió en uno de los mayores éxitos de la historia de la música popular israelí. El encantador estribillo de su primer corte, “Bo’ee” (Ven Conmigo), sonaba totalmente original a los oídos de los israelíes. La ola de interés propulsó el álbum hasta llegar a alturas pocas veces vistas en la escena musical local y cimentó a Idan Raichel como un nuevo tipo de estrella pop israelí. Hoy en día un icono musical en las comunidades israelitas del mundo entero, The Idan Raichel Project agotó entradas en prestigiosos locales de París, Bruselas, Nueva York, Los Angeles, Singapur y otros lugares. El lanzamiento internacional de The Idan Raichel Project promete llevar a un vasto público el electrizante trabajo de este colectivo musical único. El Project ofrece una nueva visión de cómo los israelíes, sus vecinos en esta región volátil, y la gente de todo el mundo, pueden abrigar sus tradiciones culturales individuales, celebrar sus diferencias y crear nuevas e inspiradoras expresiones a través de colaboraciones respetuosas. “Nuestra habilidad para vivir en paz con los demás depende de que aprendamos a apreciar y respetar las diferencias entre nosotros”, explica Idan. “El progreso no consiste en tratar de cambiar a nuestro prójimo, sino en aceptarlo y reconocer que en la vida buscamos las mismas cosas: pan, agua, espíritu, respeto y amor”. Fundado por Jacob Edgar, durante varios años director del departamento de A&R e investigación musical de Putumayo World Music, Cumbancha es un nuevo sello musical que se propone editar el trabajo de artistas de todo el mundo que merecen ser conocidos y apreciados por un público más vasto. “En Putumayo decimos con frecuencia que realizar compilaciones es como salir con alguien, y que fichar artistas es como casarse”, dice Edgar. “Después de años de flirtear con mis artistas favoritos, ¡es grandioso poder formalizar y finalmente sentar cabeza”! The Idan Raichel Project será lanzado en conjunto con una colección especial de Putumayo World Music titulada One World, Many Cultures, que presenta colaboraciones musicales multiculturales e incluye además la participación de Willie Nelson, Ziggy Marley, Taj Mahal, y Youssou N’Dour, entre otros. Una parte de las ganancias por las ventas de One World, Many Cultures será destinada a colaborar con la organización sin fines de lucro Search For Common Ground (www.sfcg.org), que trabaja para transformar el modo de lidiar con conflictos mundiales -abandonando la confrontación y tratando de llegar a una resolución colaborativa de los problemas. El lanzamiento internacional de The Idan Raichel Project promete dar aun más renombre a este proyecto inspirador. Paralelamente a la edición de este CD, The Idan Raichel Project planea iniciar una importante gira internacional que los llevará nuevamente a Estados Unidos, Europa y otros países para presentar su poderoso y entretenido mensaje a público de todo el mundo.
El 8 de marzo de 2007, las mujeres de todo el mundo celebrarán el Día Internacional de la Mujer. Feriado nacional en muchos países y conmemorado por las Naciones Unidas, el Día Internacional de la Mujer es la historia de la mujer común como hacedora de la historia. Aunque muchas veces dividido por fronteras geográficas y por diferencias étnicas, lingüísticas, culturales, económicas y políticas, este día les permite a las mujeres de todo el mundo recordar una tradición de lucha por la igualdad, la justicia, la paz y el desarrollo. En homenaje a esta tradición, Putumayo World Music publicará un álbum que literalmente canta sus alabanzas. Con fecha de lanzamiento el 27 de febrero, Women of the World: Acoustic explora la música acústica de algunas de las intérpretes más destacadas del mundo. Varias de las mujeres presentes en Women of the World: Acoustic son muy conocidas en distintas partes del mundo, como Sandrine Kiberlain y The Wailin’ Jennys. Kiberlain es más conocida como actriz, habiendo participado en más de 20 películas francesas. “M’envoyer des Fleurs” pertenece a su primer y único álbum, Manquait Plus Qu’ça. La carrera del trío canadiense The Wailin’ Jennys fue promovida por Garrison Keillor, un ávido fan que las invitó en reiteradas oportunidades a su programa de radio A Prairie Home Companion. El grupo armoniza deliciosamente en “One Voice,” una canción perteneciente a su álbum debut 40 Days, que ganó el premio Juno 2005 como mejor álbum raíz/tradicional. La mitad islandesa, mitad italiana Emiliana Torinni es quizás más reconocida como la voz detrás de la encantadora “Gollum’s Song” de El Señor de los Anillos: Las Dos Torres. También realizó giras con Thievery Corporation y compuso el éxito pop “Slow”, un número uno en el ranking interpretado por Kylie Minogue. Pero a su segundo álbum, de donde se tomó “Sunnyroad”, Torinni lo desvistió de todos los elementos y lo grabó solo con voz y guitarra, lo que lo convierte en una pieza perfecta para este álbum. De la misma manera, Mona, de Argelia, cambió las rimas de su carrera rapera inicial por los sonidos tradicionales más suaves de su Andalucía natal para dar vida al cautivante “Sekna”. Otras artistas de Women of the World: Acoustic se inspiraron en distintas fuentes.Marta Topferova nació en República Checa, pero descubrió su vocación por la música folclórica latinoamericana cuando conoció al grupo de protesta chileno Inti-Illimani a una edad temprana. La colombiana Marta Gómez aporta la encantadora “Paula Ausente”, una canción basada en el libro “Paula” de la célebre escritora chilena Isabel Allende. Este homenaje a las voces femeninas también incluye artistas inspiradas en sus propias raíces folclóricas. La camerunesa Kaïssa aporta su sincero "Wa," un tributo a su hermana fallecida, y la popular cantante croata Tamara Obravac se inspira en la música folclórica istria de su tierra natal. La griega Anastasia Moutsatsou rescata la riqueza de la música tradicional de su país en "Ola Ta Aiskola," y Lura canta en el dialecto crioulo (criollo portugués) de las islas de Cabo Verde. "Bida Mariadu" pertenece a su segundo álbum, donde aspira a rescatar del olvido la clásica música caboverdiana. Cierra esta compilación Luca Mundaca. Originaria de Chile, se mudó con su familia a un pequeño pueblo al sur de San Pablo, Brasil a la edad de seis años, y actualmente vive en Estados Unidos. Mundaca fusiona su sensibilidad folclórica contemporánea con bossa nova y aporta su cadenciosa y bella “Não se Apavore”. Luca también realizará una gira internacional recorriendo una serie de tiendas donde actuará para difundir el lanzamiento de Women of the World: Acoustic. Parte de las ganancias de Putumayo por la venta de este álbum será donada a Global Fund for Women para contribuir a promover y defender los derechos de las mujeres y niñas de todo el mundo. parceiros da agulha nesta seção |
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