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Camões

 

 

 

 

 

 

 

 

Augusto dos Anjos

 

 

 

 

 

 

Patativa do Assaré

 

 

 

 

 

Elizabeth Marinheiro

 

 

 

 

 

 

A culpa

 

 

 

 

 

Conceição Paranhos

 

 

 

 

 

 

 

 

    

Atualizações & novidades:

  1. Mais uma entrevista de Nilto Maciel: desta vez ele conversa com o poeta Carlos Nóbrega

  2. Atualização da page do poeta Pedro Henrique Saraiva Leão: ensaio do também poeta Carlos Augusto Viana

  3. Novidades na página de Fernando Pessoa: Carlos Felipe Moisés e Marco Rodrigo Almeida comentam a biografia lançada por José Paulo Cavalcanti Filho

  4. Convite para o lançamento do livro de poemas de Mária de Fátima Maia

  5. João Batista de Siqueira (Cancão), um belo dossiê: (i) nota introdutória de Lindoaldo Vieira Campos Jr; (ii) poema de Patativa do Assaré, (iii) prefácio de Dedé Monteiro e mais um (iv) bloco de poemas de Cancão

  6. Uma lindeza de entrevista: Nilto Maciel conversa com W. J. Solha

  7. Aila Sampaio comenta Lygia Fagundes Teles, com comentários de Lourdinha Leite Barbosa, José Telles e Teoberto Landim

  8. Carlos Alberto Machado:

    Estive na minha morte e de lá acenei-te lancei-te

    confeitos e trauteei a tua canção preferida

    aquela do zé-ninguém que falhou o último gesto

    eu sei que foi há muito tempo não te lembras

    da próxima vez que estiver na minha mor…

  9. Humberto Seriz:

    franqueio a manhã

    o punitivo peso das palavras

    a excessiva voz e tateio a mem…

  10. Telma de Figueiredo Brilhante, meia dúzia de haicais:

    Prenúncio de orvalho

    fertilizando as abelhas

    nas rosas do vento.

  11. Humberto Gomes de Barros comenta Peste e Cobiça, de Tião Lucena: O texto, enxuto e preciso alça-se à perfeição. A ele bem se aplicaria a observação em voga nos anos sessenta do Sáculo XX: “é impossível acrescentar, cortar

  12. Otávio Roggiero: Nunca mais te vi,/ nem mesmo quando,/ solitários, meus olhos sacudiram

  13. Marcelo Benini:

    Há no amor insistência

    Esses planos de galinha voar

    Cachorros passando cercas.

  14. Vicente Cariri:

    Poetas, os casaldáligas, os thiagos, os operários,

    provocadores da construção de um novo tempo,

    de um novo ritmo que todos dancem,

    onde liberdade é ver-se outro no espelho,

    ser parte da paisagem sem ser…

     

  15. Francisco Brennand conversa com Henrique Nunes: O caráter do traço da mão, da intrepretação real do homem, as coisas essenciais serão o futuro, o velho homem de que nos fala a…

  16. Lau Siqueira: A distância entre autor e leitor na cadeia produtiva do livro - Nesse debate sobre a cadeia produtiva do livro, ou buscamos um tratamento global das questões ou estaremos definitivamente perdidos nas particularidades, nos interesses sempre muito individuali…

  17. Pedro Lyra, Fundamento e Construção: A metapoesia – aquela peça que é, ao mesmo tempo, o fundamento e a construção de uma poética – foi praticada em todas as fases dessa evolução, mas foi só na mo…

  18. Anderson Braga Horta, Relembrando Waldemar Lopes: A poesia de Waldemar Lopes impõe-se e encanta pela rigorosa linguagem, não infensa contudo à invenção vocabular –”carne de lua / transluminosamente azuluzindo”– e perpassada de um frêmito constante – ”aura da aurora”– que vem do abismo-infância e se projeta no “imprevisto itinerário” do abismo-amanh…

  19. Aderson Simões Franco comenta a poetica de Joanyr de Oliveira Oliveira

  20. Fabrício Clemente, o livro inteiro Carrosséis do Incêndio, ótimo para ler na tela, em adobe.pdf

  21. Ramon Franco entrevista o poeta Raimundo de Moraes, um dos editores de Interpoética

  22. Marco Polo em Guimarães: Com o nascimento de meu primeiro filho, hoje homem feito, passei a gostar das crianças, do que elas podem nos ensinar. A criança tem uma forma mágica de viver o mundo que se perde à medida que ela é “educada”. Acho que a nostalgia que a gente sente do Paraíso Perdido é justamente o resultado da perda desta visão mágica de mundo. Pois bem, aconteceu uma coisa engraçada. Meu segundo…

  23. Cláudio Portella sobre a poética de Fernando Moreira Salles: O primeiro poema do livro, “Madrugada”, abre dizendo que o viajante parte no pouco mar do amanhecer. O poeta sinaliza que a chave do seu mar é uma brisa leve que bate aos olhos, um vento aracati que cobre a…

  24. A poesia de repente: Dizer de poesia popular é bom que se comece a falar em cantoria, improviso, repente. Cantar uns versos. Fica melhor... um desafio. Bem melhor! – Mas tem que ser bom! Ressalta Orlando Tejo. – Claro amigo Tejo, muito bom; ass…

  25. Fernando Paixão: Cinco poemas para tempos difíceis

  26. Urbano Bettencourt: “E dei comigo a pensar como será bom saber que, de cada vez que sucumbirmos ao íntimo chamamento do mar, uma voz de mulher há-de erguer-se para chorar-nos o destino e a perdição.”

  27. Revista Literária Agulha Hispânica nº 4

  28. A poética de Pedro Du Bois: (…) em que, pequeno,
    tinha certeza de que o amor,
    como nos filmes,
    permanecia em beijos.

  29. Alguma notícia do poeta Wender Montenegro: (…) a mesma que modela sonhos mistérios e lendas/ que torna cinza as letras do epitáfio/ e as ranhuras da dor mais agudas.

  30. Conversa de poetas: Hilton Valeriano

  31. A poesia de Pedro Marques

    Talvez seja melhor um ideal de baleia,

    meticulosamente montado,

    com as partes mais intrigantes

    das melhores baleias

    de nadadeiras menos estriadas

  32. A poesia de Maria de Fátima Maia

    Mas a essência que o tudo de ontem

    (que é o nada de hoje)

    tem

    o tudo de hoje poderá ter

    e ser nada amanhã

                                   também

     

  33. O movimento armorial na arte de Socorro Torquato

  34. Centenas de matérias da Banda Hispânica e da Banda Lusófona.Sim, um mundaréu de poetas e cultura. Veja!

 

  1. Dossiê Wilson Martins: São Paulo, SP 21-3.1924 — Curitiba, PR, 30.1.2010

  2. Thiago Barros: Alguma notícia de Malindrânia, de Adriano Espínola

Jornal do Conto

 

 

 

 

 

 

 

 

Fernando Pessoa

 

 

 

 

 

 

 

 

Um cronômetro para piscinas

 

 

 

 

 

 

A menina afegã

 

 

 

 

 

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Floriano Martins

 

 

 

 

 

Paulo de Tarso Pardal

 

 

 

 

 

John William Godward (British, 1861-1922), Belleza Pompeiana, detail   Riviere Briton, 1840-1920, UK, Una e o leão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jean Léon Gérôme (French, 1824-1904), Morte de César, detalhe

 

 

 

 

 

 

Carlos Augusto Viana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um aviso sobre pendências

 

 

Poeta!

Regra geral, nunca deixo email algum sem resposta. Contudo, tenho enfrentado uma verdadeira praga de vírus, formatação de computadores e outras aflições. Pior, ando velho, cansado, esquecido e zonzo. E estes males, com o tempo, apenas pioram: mais velho, mais cansado, mais zonzo.  

Vivo em falta com Deus e o mundo. Por favor, não se acanhe de cobrar resposta. Creia-me, o nível de cordialidade deste operador é até bastante alto. Desculpe-me as falhas.

Quando me reescrever, por favor repita o email anterior. Fica tudo mais fácil para relembrar. Há outro problema: os livros remetidos para cá, mas não vem o email. Fico aqui doidim para responder, mas o e-mail, cadê o email?

O endereço postal, aquele do correio — o carteiro, uma braçada de cartas debaixo do braço, tocando a campainha, o cachorro pega-não-pega — por favor, mande o endereço postal. É valioso ter o endereço postal: o email, a gente o desativa por conta dos vírus; ficam os leitores (e editoras!) indagando-me sobre o poeta; eu, com a cara para cima, igual a marido, sem saber de nada. (E o pessoal do Nobel, se vierem procurá-lo, o que direi?). Os meus, email e endereço postal, logo abaixo. Escreva-me. Será um prazer receber e responder.

Por favor, não me mande cartões-web: ando assombrado com cartôes-vírus. Uma mensagem amiga? Mande-ma direto no email. E tenha muito cuidado com cartões, que a maioria é mesmo de vírus e trojans; melhor não abri-los.

Ascendino LeiteE, finalmente, nada de caixas-postais! Detesto-as, com justas razões. Um grande amigo convidou-me para um peixe à beira-rio (barrancas do São Francisco, Petrolina, de crepúsculo, cerveja bem gelada, veja só!), mas quando lá cheguei, era uma caixa-postal. Aqui lhe conto o desassossego de comer um peixe dentro de uma caixa-postal. Clique na foto do poeta Ascendino Leite e veja como foi a presepada.

                        

                   Com o abraço,

                                 Soares Feitosa, o editor

 

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Rua Barbosa de Freitas, 951, 1º, 10

60170-020, Aldeota 

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Maura Barros de Carvalho, Tentativa de retrato da alma do poeta

 

William Blake, Death on a Pale Horse