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Ah! Soares Feitosa, como não me deitar delicadamente no Rio Macacos
e deixar-me levar morosamente ou tombar nas árvores ou entregar-me
quando das corredeiras; alegrar-me com o dia claro, assustar-me e entrar
em paz na escuridão? Como não aprender (e muito!) com os Poemas da Besta, uma verdadeira tese? Aprender e apreender com cabeça e coração? Como não desesperançar com ‘Uma Canção Distante’ e, ao mesmo tempo, como não continuar a esperar? Ah! Como queria eu ter escrito o Femina! Como, meu Deus, como!!! Ah! se todos os fiscais do imposto de renda tivessem o dom de cobrar de nós esse tributo maior que é a emoção! Muito, muito, muito obrigada! |